domingo, outubro 09, 2005

DIZER DO AMOR

Não te amo no acto consciente
De rubros amores, paixões tardias
Amo-te naquelas sinfonias
Que irmanam corações, tão de repente...

Não te amo no acto resistente
De querer o amor, a todo o custo
Amo-te no remorso e no susto
De ser pecador e penitente...

Não te amo em actos de paixão
Antes, serena, te pego pela mão
E te levo a campos verdejantes

Onde os dois, libertos desta vida
Somos a Natureza e de seguida
Regressamos ao que fomos, antes!...


Maria Mamede

5 Comments:

Anonymous Bárbara (bb) said...

Não percebo como é que este poema ainda não foi comentado...
Vou arriscar-me a ser a primeira.
Arriscar-me sim, porque comentar um poema assim não é tarefa fácil.
Para mim, nunca ninguém defeniu tão bem estes dois lados tão importantes e salientar um que não é muito falado e que causab tantas emoções!
Obrigada.

7:46 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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1:36 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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9:10 da tarde  
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12:44 da tarde  
Blogger Parapeito said...

"Amo-te naquelas sinfonias
Que irmanam corações, tão de repente..."
e que belo é..quando é assim...

Lindo...gostei

**

6:24 da tarde  

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