domingo, novembro 28, 2010

In "ALMA GÉMEA" - Diário da Minha Solidão

Sou agora uma estrada a poente.

Deixei pelo caminho as galas de outrora e sigo hoje
os carreiros do mar, pés descalços e roupas de cotio.

Na cabeça, o velho chapéu de palha, na mão o sol
e ao ombro uma gaivota, cansada da pesca.



Maria Mamede

8 Comments:

Blogger Filoxera said...

Gosto desta imagem, de uma estrada a poente.
Beijinhos.

12:32 da tarde  
Blogger © Piedade Araújo Sol said...

MM

a simplicidade deste poema torna-o grande e belissimo.

gostei muito.

um beij

5:10 da tarde  
Blogger tecas said...

Chegamos todos à estrada poente...
mas com a arte das palavras, talvez só tu.
Singelo e belo.
Bjito amigo

5:15 da tarde  
Blogger Maria said...

Deixa-me acompanhar-te. Sou a espuma das ondas que te beija os pés...

Um beijo, Maria M.

12:26 da manhã  
Blogger Janine Bettencourt said...

:)
Gostei muito da simplicidade das tuas palavras

11:29 da manhã  
Blogger ☆Fanny☆ said...

Maravilhoso Sentir...

Beijinho*

Fanny

12:27 da tarde  
Blogger Graça Pires said...

Vai chegar, eu sei, a uma estrada nascente...
Um beijo.

12:01 da tarde  
Blogger De Amor e de Terra said...

Minha querida Maria, boa tarde. Por qualquer motivo que desconheço, hoje não consegui comentar o teu Blog.
Espero que tudo volte ao seu lugar, para o voltar a poder fazer.
Bjs.
M.M.

2:45 da tarde  

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home